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Há
carência de informações nos seres humanos
que permitam a cada um construir um plano de vida que suporte
além da sobrevivência, um estado de bem-estar compatível
às necessidades humanas.
Entretanto para se falar de qualidade de vida é preciso
falar de dinamismo, de contínua mudança, de transcendência,
de interdependência ecológica... É preciso
olhar para si e num fluxo dialético olhar o meio e os habitantes
além dos próprios desejos. É preciso intersubjetivar...
"Não podemos alterar nossa constituição
genética, mas podemos influenciar a 'expressão dessa
genética'".
Tal papel só pode ser introjetado quando a ligação
com o mundo vai além do externo e atinge a "consciência
intuitiva de unidade da vida, interdependência em suas múltiplas
manifestações e seus ciclos de mudança e
transformação".
Capra, 1996.
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