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Estudo Americano publicado no Journal of Orthopaedic Sports & Fisioterapia, mostra que o uso inadequado de exame de imagem / MRI, como a ressonância magnética e tomografia computadorizada, por exemplo, podem aumentar o risco de o paciente ficar prejudicado e contribui para os grandes aumentos nos custos de saúde. O exame de imagem / MRI quando usado de forma correta é um importante recurso que ajuda na elaboração do diagnostico em pacientes que sofrem com dor lombar.

 

Aparelho de Ressonância Magnética (Imagem).

 

 

Aumento abusivo de cirurgias de coluna

 

Descobriram-se nos EUA que o exagero de prescrição de exames de imagens em paciente com dor lombar está correlacionado com o aumento considerável nas taxas de cirurgias ao longo dos últimos 10 anos.

 

A história e o exame físico na avaliação da dor lombar são mais confiáveis na elaboração do diagnóstico do que as imagens da coluna.

 

 

O estudo mostrou que não existe diferença em resultados de tratamento de pacientes que fizeram a ressonância magnética e aqueles que não fizerem este exame. Na verdade, os resultados de tratamento em curto prazo favoreceram mais aqueles pacientes que não fizeram o exame de Ressonância Magnética, por outro lado, os que fizeram o exame de imagem se mostraram mais com medo e preocupados com volta da dor lombar. Os resultados de alguns estudos mostram que a tomada da história e exame físico do paciente deve determinar se é necessária a imagem.

 

A imagem na fase aguda e subaguda (0 - 5 dias / 7 – 12 semanas) de um episódio de dor lombar somente está garantida como um método para afastar doenças graves e não para orientar um tratamento de rotina.

 

Em casos de dor lombar aguda relacionada com o trabalho, outro estudo descobriu que os pacientes que se submeteram à ressonância magnética no primeiro mês tinham um risco aumentado em 8 vezes de fazer uma cirurgia, e mais, aumentaram em 5 vezes o custos com médicos, em comparação com um grupo de pacientes que não realizaram ressonância magnética no início das dores. A conclusão desse estudo mostrou que o maior uso de imagem não está associado a melhores resultados dos pacientes.

 

Indicação inadequada de exames de Ressonância Magnética

 

A Ressonância Magnética (RM) indicada para dor lombar de forma errada ocasiona aumento desnecessário de custos, erros diagnósticos, comprometendo assim o tratamento conservador clínico de fisioterapia, por não se tratar de causa a alteração anatômica, e sim, o fator mecânico, como a postura, maus hábitos posturais, por exemplo. A RM mostra-se incapaz de fornecer uma informação confiável sobre a verdadeira causa do problema, não sendo confiável para a maioria dos diagnósticos da dor lombar.

 

Em geral, a imagem deve ser indicada para pacientes os quais os tratamentos clínicos, fisioterapia baseada em evidência falharam.

 

A falta de consenso diagnóstico prejudica o tratamento de dor na coluna

 

Médicos britânicos e especialistas em Southampton General Hospital, na Inglaterra observaram em sua própria pesquisa que os médicos não podem concordar com a maioria dos exames de imagens, para estabelecer um diagnóstico de doença de disco lombar.

 

"Nós encontramos em nosso estudo que existe uma grande variação no diagnóstico da doença de disco lombar entre os cirurgiões ortopedistas e os radiologistas em nossa instituição”

 

“... Devido a esta quantidade de imprecisão, é arriscado comentar sobre a doença do disco degenerado baseada em um simples exame de imagem”.

 

 

 

 

 

A rotulagem dos pacientes com dor lombar

 

Os riscos associados à imagem de rotina incluem a exposição à radiação desnecessária e rotulagem do paciente. O fenômeno da rotulagem dos pacientes com dor lombar foi estudado e mostrou que piora a sensação de bem-estar dos pacientes.

 

Muitos pacientes correm riscos desnecessários ao fazer exames de imagem

 

Os riscos associados à prescrição desnecessária de imagem para dor lombar são muitos e incluem a “rotulagem do paciente” (comunicar o paciente que ele tem uma doença, a hérnia de disco, por exemplo); desnecessário para achados incidentais (carregar um peso, por exemplo); exposição do paciente a irradiação; predisposição a cirurgia desnecessária e a custo significativo do tratamento.

 

Parte do problema em usar a ressonância magnética para diagnosticar a dor lombar é que não há uma boa correlação entre os achados e sintomas anormais. Se você olhar para 50 pessoas de idade de 45 a 50 anos que nunca tiveram dor nas costas, dois terços delas teriam anormalidades na ressonância magnética.

 

Um caminho eficaz para a cura da dor lombar

 

 Nos EUA, os fisioterapeutas são cada vez mais o principal contato clínico dos pacientes com dor lombar. Existe evidência que a ressonância magnética não contribui com os melhores resultados dos pacientes com dor lombar, muito pelo contrário, a sua prescrição desnecessária em casos de dor lombar contribui com prováveis aumentos de taxas de cirurgias.

 

Os fisioterapeutas têm um importante papel em educar o paciente e colegas médicos sobre o apropriado uso do exame de imagem e a integração dos achados no contexto global da função musculoesquelética do paciente com deficiência. A abordagem adequada do tratamento de coluna pelo fisioterapeuta e médico vai reduzir o uso inadequado da ressonância magnética, diminuir os custos, e fornecer melhores resultados aos pacientes.

 

Diagnósticos errados e cirurgias desnecessárias de coluna

 

Mais de 70% das hérnias de disco não provocam dor, isso significa dizer que a cada 10 amigos seu com hérnia de disco, somente 3 reclamam de dores na coluna. A hérnia de disco é uma fissura (manifestação de desgaste) normal e natural que ocorre no disco da coluna, observado no exame de ressonância magnética. A maioria das dores musculoesqueléticas, em especial, a dor na coluna, é de origem mecânica, ou seja, provocada por um movimento e posições aplicados nos músculos e articulações.

 

Alguns estudos mostram que a partir da hora que o paciente passa a ter conhecimento de uma lesão na coluna como a hérnia de disco, por exemplo, apresentada pela ressonância magnética, muitos pacientes podem realmente diminuir o autocuidado com a postura, criar crenças, medo do problema, predispondo a cronicidade.

 

A romaria por uma informação correta sobre o problema de coluna

 

O uso inadequado de imagem de ressonância magnética da coluna lombar pode aumentar o risco de dano ao paciente e contribui para altos custos de saúde.

 

Compete ao fisioterapeuta explicar ao paciente que na maioria dos casos os exames de imagens, não são capazes de identificar a verdadeira causa do problema e não melhoram os resultados dos pacientes.

 

Os pacientes com exames de ressonância magnética anormal não podem receber um diagnóstico confiável, porque os seus resultados anormais não têm nada a ver com a sua dor na maioria dos casos.

 

Estudos têm demonstrado que pacientes sem dor nas costas muitas vezes mostram anormalidades anatômicas no exame de imagem.

 

Um caminho confiável para o tratamento da dor na coluna

 

 

ANTIGA ABORDAGEM - EUA
Custo Médio, $ 2.100 dólares - $ 2.200 dólares.

 

1º. A primeira reunião pode não acontecer por até um mês, e então não há nenhum procedimento para o tratamento conjunto;
2º. Reunião inicial com os médicos;
3º. Paciente pode consultar um especialista;
4º. Paciente pode necessitar de um exame de imagem (MRI) para confirmar o diagnóstico, tais como, a Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada, etc;
5º. Paciente segue-se com os médicos;
6º. Até que chegue a Fisioterapia;
7º. Pacientes com dor nas costas complicada são enviadas para tratamento adicional, ou seja, um especialista.

 

NOVA ABORDAGEM - EUA
Custo Médio, $ 900 dólares - $ 1000 dólares.

 

1º. Ver imediatamente um fisioterapeuta. Iniciar um programa conservador baseado em evidências;
2º. Pacientes com dor nas costas complicada são enviadas para tratamento adicional;
3º. Paciente pode consultar um especialista.

 

Dr. Abnel Alecrim, Fisioterapeuta, Especialista em Reabilitação Musculoesquelética e Esporte, Campinas, SP, Brasil.

 

 

Fique livre das dores musculoesqueléticas. Faça a Fisioterapia Avançada.

 

 

 




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