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Determinados aspectos psicossociais como o estresse, depressão e ansiedade podem causar dor na coluna, mas não são os principais responsáveis pelo problema. A maioria das dores aguda e crônica na coluna é causada pelos movimentos e posições, aplicados nos músculos e articulações no dia a dia.

 

A primeira dor na coluna

 

Após o aparecimento das primeiras dores na coluna lombar, determinados fatores de riscos, podem afetar o curso futuro do problema.

 

A dor lombar é dividida em dois tipos: a aguda e a crônica. A dor que persiste por mais de 3 meses é considerada crônica. É muitas vezes progressiva e incapacitante. A maioria dos episódios de dor lombar aguda desaparece em poucos dias e de forma espontânea.

 

A demora em procurar ajuda especializada em casos de episódios de dor lombar aguda, leva muitos pacientes a se transformarem em portadores de dor lombar crônica. Essa condição ocorre de forma silenciosa, e se torna crítica, quando associado o aumento da dor, a incapacidade física (travamentos).

 

Quando a dor lombar começar a se instalar, evoluir para a dor crônica, ela se transforma numa dor persistente e incapacitante, será o sinal de que o corpo esgotou todas as formas de adaptação e conforto. É nessa fase que inicia o processo degenerativo na coluna.

 

Os fatores de riscos estão relacionados com o aparecimento e o agravamento da dor lombar aguda e crônica.
 

Fatores agravantes da dor lombar

 

Estudos mostram que os principais fatores de risco para o aparecimento da dor lombar estão relacionados a três dimensões:

 

- Fatores de risco individual e estilo de vida;
- Fatores de risco mecânicos ou físicos;
- Fatores de risco psicossociais.

 

Fatores de risco individual e estilo de vida

 

O fator de risco mais forte para a dor lombar futura é a história previa de dor lombar, ou seja, um indivíduo, que já teve algum dia uma dor lombar, tem de três a quatro vezes mais chances de desenvolver dor lombar, do que alguém que nunca teve dor lombar.

 

A associação do aumento da idade e do sexo feminino é bem menos estabelecida para dor lombar. Para a maioria dos outros fatores individuais como aumento de peso, obesidade, fumo e atividade física, não são fatores de previsão forte para dor lombar futura.

 

Fatores de risco mecânicos ou físicos

 

 

A maioria das dores musculoesqueléticas, em especial, a dor na coluna, é mecânica / física, ou seja, “provocada” por um movimento e posição aplicados nos músculos e articulações.

 

Estudos mostram uma forte associação da dor lombar com a exposição mecânica ou física dos pacientes no seu dia a dia.

 

Fatores psicossociais

 

Os fatores psicossociais como causas de dor lombar são bem menores do que os que investigam fatores físicos ou biomecânicos.

 

Sabe-se que a insatisfação profissional, relacionamento no trabalho, excesso de trabalho, estresse e a ansiedade são fatores associados com a dor lombar em diversos estudos, embora, evidência sobre esses fatores seja frequentemente fraca e contraditória.

 

Um estudo para fatores de risco psicológicos para dor no pescoço e lombar, concluiu que existe uma evidência muito forte de que estes fatores estejam relacionados com o relato de dor lombar. Esse estudo mostrou que atitudes, conhecimento, medo, evitação do movimento e a depressão estão fortemente relacionados à dor e incapacidade; contudo, não existe evidência que suporte a ideia de uma personalidade propensa à dor.

 

O medo pode impedir a cura da dor na coluna?

 

 

 

Pesquisador Nick Sinfield acredita que o estresse psicológico e o medo não só estão na raiz da dor de coluna crônica, mas também impedem a recuperação dela.

 

Dá para entender porque aquele pequeno episódio de dor na coluna, provoca medo em certas pessoas, que nutrem e alimentam uma experiência de sofrimento.

 

O cuidado excessivo baseado no medo e na evitação de movimentos importantes para os músculo e articulações, podem estar por trás da manutenção da dor lombar crônica.

 

O estresse psicológico e o medo levam as pessoas a terem cuidados excessivos com os movimentos e posições do corpo, baseados na evitação de movimento que “podem” produzir dor na coluna. A crença errônea da prevenção por medo da dor pode estar por trás da continuidade das diversas dores crônica de coluna.

 

A origem da dor na coluna

 

Os pontos de vista sobre a origem da dor na coluna são controversos, mas, muitos especialistas concordam que, a maioria das dores musculoesqueléticas, como a dor na coluna, por exemplo, ocorrem pela tensão exacerbada provocada pelos movimentos e posições, praticados nos músculos e articulações, como a postura de sentar por longos períodos, e a utilização dos eletrônicos (Laptops e smartphones, etc.), por exemplo.

 

Martin Knight, cirurgião americano, consultor da coluna e diretor médico da Fundação Spinal, diz: “o estresse físico e psicológico aumentam a tensão nos músculos e articulações do corpo, e podem causar compressão e mudança na altura do disco ou aumento da protrusão dos discos, que podem agravar a dor.”

 

Estudos mostram que a grande maioria das dores na coluna é causada por desgaste ou deslocamentos (abaulamento) do disco vertebral, uma espécie de amortecedor localizado entre as vértebras. Apesar dos discos vertebrais serem o principal responsável por produzir dor na coluna, é o fator biomecânico (movimentos e as posições do corpo) a origem do problema.

 

A romaria do paciente

 

Em muitos casos, ocorrem lesões na coluna, em especial, nos discos vertebrais. A coluna vertebral é composta por várias vértebras e discos que se localizam entre as vértebras. Os discos localizados entre as vértebras têm a função de absorver, amortecer e equilibrar o peso do corpo quando em movimento ou parado, ou simplesmente quando em pé ou sentado.

 

Essas lesões observadas nos exames de imagens (ressonância magnética) por sua vez, não produzem dor na maioria dos casos, são normais e não são relevantes clinicamente.

 

Estudos mostram que não existe diferença em resultados de tratamento de pacientes que fizeram a ressonância magnética e aqueles que não fizeram este exame. Na verdade, os resultados de tratamento em curto prazo favoreceram mais aqueles pacientes que não fizeram o exame de Ressonância Magnética, por outro lado, os que fizeram o exame de imagem se mostraram mais com medo e preocupados com volta da dor lombar.

 

A Fisioterapia e a dor na Coluna

 

 

Os resultados de alguns estudos mostram que a tomada da história e exame físico do paciente deve determinar se é necessário o exame de imagem. É por isso que a

 

Fisioterapia é muito importante no esclarecimento do diagnóstico mecânico.

 

Nos EUA, os fisioterapeutas são cada vez mais o principal contato clínico dos pacientes com dor lombar. Existe evidência que a ressonância magnética não contribui com os melhores resultados dos pacientes com dor lombar, muito pelo contrário, a sua prescrição desnecessária em casos de dor lombar contribui com prováveis aumentos de taxas de cirurgias.
 
Os fisioterapeutas têm um importante papel em educar o paciente e colegas médicos, sobre o apropriado uso do exame de imagem, e a integração dos achados no contexto global da função musculoesquelética do paciente com deficiência. A abordagem adequada do tratamento de coluna pelo fisioterapeuta e médico vai reduzir o uso inadequado da ressonância magnética, diminuir os custos, e fornecer melhores resultados aos pacientes.

 

A rotulagem do paciente como doente

 

Os riscos associados à imagem de rotina (exame de imagem) incluem a exposição à radiação desnecessária e rotulagem do paciente. O fenômeno da rotulagem dos pacientes com dor lombar foi estudado e mostrou que piora a sensação de bem-estar dos pacientes.

 

A Falta da informação confiável

 

A ausência da informação correta sobre o problema da coluna leva muitos pacientes a sofrerem com as dores de coluna, sendo submetidos em diversos casos, a tratamento mau indicado, medicamentos desnecessários, e até a cirurgia sem a necessidade.

 

Tratamento eficaz – Dor na coluna

 

O caminho mais adequado para dar um fim na dor lombar aguda ou crônica, passa pela compreensão das crenças errôneas, do medo e da evitação dos movimentos. Esse caminho pode ajudar os pacientes a descobrirem a verdadeira origem da dor na coluna e por um fim, na peregrinação e romaria por uma informação confiável sobre o problema.

 

A palavra chave de um tratamento eficaz para dor lombar aguda ou crônica é educação. É importante identificar a origem das dores e ensinar o paciente sobre as causas do problema. Dessa forma o paciente saberá corrigir o problema e não cultivará o medo ou a evitação do movimento, não criando assim, uma crença errada do problema.

 

Ensinar o paciente sobre os exercícios específicos, sobre a postura e, é claro, ensinar sobre a mudança de comportamento diante da prevenção, é o que existe de mais eficaz para o tratamento e a prevenção de futuras crises de dor lombar aguda e crônica.

 

Fisioterapia Avançada - Método McKenzie

 

 

O Método Mckenzie de Diagnóstico e Terapia Mecânica (em inglês, Mechanical Diagnosis and Therapy – MDT) é um sistema de tratamento amplo, com base em provas de avaliação e de condução de problemas musculoesqueléticos. O Método McKenzie possibilita avaliar e diagnosticar todas as áreas do sistema musculoesquelético.
 
Existem diversos tratamentos para problemas musculoesqueléticos no mundo, mas, por outro lado, poucos desses tratamentos são baseados em evidências. A efetividade da avaliação e a solução na condução do problema, proporcionado pelo Método McKenzie no mundo, o validou como uma Fisioterapia Avançada eficaz, e que está ajudando milhares de pacientes a resolver diversas doenças do sistema musculoesquelético, como a dor lombar aguda e crônica.

 

Dr. Abnel Alecrim, Fisioterapeuta, Especialista em Reabilitação Musculoesquelética e Esporte, Campinas, SP, Brasil.
 




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